RESUMO DA REUNIÃO
OCORRIDA EM 16/05/12 DA CAIXA DE PREVIDÊNCIA DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE
CUBATÃO ACERCA DA SITUAÇÃO ATUAL DA ASSISTÊNCIA MÉDICA HOSPITALAR E
ODONTOLÓGICA E DE PROPOSTAS APRESENTADAS PARA A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS
A
reunião marcada para 18:00 H na sede da Associação Comercial e Industrial de
Cubatão, iniciou-se às 18:30 H. Estiveram presentes cerca de 10 Servidores dos
quais 130 assinaram lista de presença. Registrou-se, ainda, a presença de 3
Vereadores, a saber: “Bigode”, “Dedinho” e “Dinho”. Assumiu a direção dos
trabalhos o Arqº Adalberto Ferreira da Silva – Superintendente da Caixa de
Previdência, primeiramente esclareceu que a reunião não tinha o caráter de uma
assembléia, em razão das formalidades necessárias a isso, mas que se destinaria
a registrar a opinião daquele grupo de servidores presentes acerca das questões
da AMHO que vinham sendo debatidas recentemente através do Facebook e que se
configuram como uma preocupação de toda a massa Servidora.; o formato assumido
por ele para o desenvolvimento da reunião foi o de iniciar com uma explanação
sobre a situação atual da AMHO – Assistência Médica, Hospitalar e Odontológica,
apresentar as propostas que foram oferecidas à Administração e, após, abrir
inscrição para que interessados pudessem questionar, fazer propostas e
observações à uma mesa de técnicos da Autarquia. Na exposição, informações
históricas e técnicas procuraram levar aos presentes dados para que, ao fazerem
juízo de valor sobre as propostas, pudessem partir de um embasamento mínimo
para auxiliar na opinião e entendimento dos propósitos objetivados. O exposto
foi apresentado procurando responder os seguintes pontos: Quando foi criada a
AMHO?; Qual sua estrutura de sustentabilidade financeira?; Quais as alíquotas
(% de desconto) praticadas até hoje?; Qual sua abrangência e cobertura?; Como
são nossas contas?; Quantos somos?; Como nos classificamos?; Qual nossa renda e
que relação tem com nossas receitas?; O que está acontecendo? Quais são as
propostas apresentadas? E Qual a previsão de impacto dessas medidas?
Ao detalhar os 13 itens
da proposta houve consenso de todos os presentes na aprovação dos seguintes:
AÇÃO
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OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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1
|
OPCIONALIDADE À ASSISTÊNCIA MÉDICA E
HOSPITALAR
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ADEQUAÇÃO À
LEGISLAÇÃO, EVITANDO CONSEQUÊNCIAS DA ADIN QUE CERTAMENTE VINGARÁ!
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P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
AÇÃO
|
OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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5
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PERCENTUAL DE
CONTRIBUIÇÃO PATRONAL MAIOR EM 1% (4,28%)
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INICIAR
REEQUILÍBRIO IMEDIATO DA ESTRUTURA DE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
| |
Foi
informado pelo Superintendente a concordância do Executivo, com aplicação para
2013 em razão de problemas de receita atualmente e do fato de que já está
definido um reajuste de 4,88%.
AÇÃO
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OBJETIVO
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INSTRUMENTO
| |
8
|
REVERSÃO DO
PERCENTUAL DE 40% DO EMPRÉSTIMO EXISTENTE ENTRE A PMC E À CAIXA, REORIENTANDO
SEU USO EXCLUSIVAMENTE PARA A SAÚDE
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REEQUILÍBRIO
IMEDIATO DA ESTRUTURA DE SUSTENTABILIDADE FINANCEIRA
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Por
princípio, uma vez que originalmente o empréstimo foi realizado quando não
existia ainda o Fundo de Previdência (hoje 40% do valor da parcela de pagamento
desse empréstimo – entre 850 e 900 mil Reais/mês) está indo para o Fundo de
Previdência.
AÇÃO
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OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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9
|
ADOÇÃO DE TABELAS
OFICIAIS (CÓDIGOS) DA ANS E APROVAÇÃO DE PACOTES DE PROCEDIMENTOS
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ATUALIZAÇÃO DE
PARÂMETROS - AS INDICADAS NA LEGISLAÇÃO NEM EXISTEM MAIS!
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P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Por
necessidade técnica e economicidade.
AÇÃO
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OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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10
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INCLUSÃO DO SERVIÇO
DE HOME-CARE
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REDUÇÃO DE
DESPESAS, CRITÉRIOS DE APLICAÇÃO A SEREM DEFINIDOS PELO CORPO MÉDICO DA CAIXA
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P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Em
razão de podermos oferecer melhor e mais humano atendimento ao Servidor e ainda
trazer economia de custo.
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
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11
|
AUDITORIA PERMANENTE
DE CONTAS
|
CONTROLE DETALHADO
DOS CUSTOS DE PROCEDIMENTOS
|
APROVAÇÃO DO
CONSELHO E LICITAÇÃO NA CAIXA
|
Para
maior controle dos custos – inclusive com Auditoria nos Hospitais; reivindicado
por grande número de Servidores.
Foram aprovadas, mas
alvo de ponderações:
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
| |
2
|
CARÊNCIA (6 MESES)
PARA USO DA A.M.H
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EVITAR PROBLEMAS
FUTUROS E ACÚMULO DE PROCEDIMENTOS EM PERÍODOS DE ADMISSÃO DE NOVOS
SERVIDORES (CONCURSOS)
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Surgiram
propostas para prazo maior de carência, porém a legislação - ANS impõe 6 meses
como período máximo.
AÇÃO
|
OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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6
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DOBRA DO VALOR DE
CONTRIBUIÇÃO PARA CARGOS COMISSIONADOS, ALCANÇANDO 6,56%; TB VALOR MAJORADO
PARA SEUS DEPENDENTES (R$ 60,00 PER CÁPTA)
|
EQUALIZAR RECEITAS
E DESPESAS DOS Cos E TORNAR ESSA OPÇÃO MENOS POSITIVA PARA À AUTARQUIA
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Alguns
poucos, mesmo com as informações repassadas de que os dados não apontam os
Cos como ponto chave do problema da
Caixa – e sim como uma alternativa para aumento de receita – por princípio se
mostraram contrários à sua permanência no sistema.
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
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4
|
NÃO SERÃO ADMITIDOS
DEPENDENTES VINCULADOS A QUALQUER OUTRO TIPO DE PLANO DE SAÚDE (INDIVIDUAL OU
EM GRUPO)
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MINIMIZAR CUSTEIO
MELHORANDO CONDIÇOES E ESTRURAÇÃO DOS SERVIÇOS BÁSICOS
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Minoria
(2) se declarou contra essa proposta.
AÇÃO
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OBJETIVO
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INSTRUMENTO
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3
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COBRANÇA DE
CONTRIBUIÇÃO PARA DEPENDENTES - VALOR SUGERIDO POR CABEÇA (R$ 30,00)
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MINIMIZAR PREJUÍZOS
E INTRODUZIR - COM VALOR SMBÓLICO - O CONCEITO DE PARTICIPAÇÃO; EVITAR APADRINAHAMENTOS INDEVIDOS ELIMINANDO DEPENDENTES INDIRETOS
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
Registraram-se
várias observações relacionadas ao valor proposto e ao fato de que muitos
Servidores tem elevado número de dependentes; algumas propostas visaram cobrar
menos de quem tem mais dependentes.
Foram alvo de dúvidas,
questionamentos e observações que exigem maior detalhamento nos P.L.s – se
efetivamente configurados:
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
| |
7
|
CO-PARTICIPAÇÃO NA
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
|
EVITAR O USO
INDISCRIMINADO E FOMENTAR CONSCIENTIZAÇÃO DE UMA RACIONALIZAÇÃO DO USO DA
ASSISTÊNCIA
|
P.L. À CÂMARA COM
URGÊNCIA MÁXIMA E ARREGIMENTAÇÃO DA BANCADA DE APOIO
|
A
co-participação é na verdade o uso do chamado “fator-moderador” , uma espécie
de “freio” para promover racionalidade no uso dos serviços; reduz custos e
otimiza a distribuição de recursos. Seria, por exemplo, o pagamento de uma
parte do custo de uma consulta.
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
| |
12
|
GERENCIAMENTO DA
AMPLITUDE DE COBERTURA (PARTICIPAÇÃO EM DERMATOLOGIA, FISIOTERAPIA,
PSICOLOGIA, FONOAUDIOLOGIA E ODONTOLOGIA)
|
VIABILIZAR
PLANEJAMENTO DOS GASTOS MAIS SIGNIFICATIVOS COM MELHORIA NOS ATENDIMENTOS DOS
SERVIÇOS BÁSICOS
|
RESOLUÇÃO APROVADA
NO CONSELHO ADMINISTRATIVO
|
Esta
ação implicaria em estabelecer patamares de co-participação diferenciado dos
demais; com o mesmo objetivo do item anterior.
AÇÃO
|
OBJETIVO
|
INSTRUMENTO
| |
13
|
SUSPENSÃO PARCIAL E TEMPORÁRIA (60 DIAS) DE CIRURGIAS
ELETIVAS E EXAMES DE ALTO CUSTO
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DIMINUIÇÃO IMEDIATA
DE CUSTEIO. OBS. ELENCAGEM DE CIRURGIAS E EXAMES EXCEPCIONALMENTE PERMITIDAS
À CARGO DO CORPO MÉDICO DA CAIXA
|
RESOLUÇÃO APROVADA
NO CONSELHO ADMINISTRATIVO
|
Esta
ação somente se daria quando do encaminhamento efetivo de muitos dos outros
itens apresentados, por tempo determinado; enquanto se aprovam as medidas; sem
prejuízo dos atendimentos emergenciais. É preciso lembrar que cerca de 80% dos
nossos gastos são com cirurgias eletivas; normalmente esse atendimento tem um
limite de gastos em muitos planos e as cirurgias são marcadas tendo como
balizador esse referencial.
Nota: Os Servidores
precisam ser devidamente informados em que nível essas medidas aconteceriam.
Como ficariam as pessoas que tem problemas de saúde e o tratamento exige maior
número de consultas e atendimentos? por exemplo. Houve sugestão de aguardar o
impacto de da implementação de algumas das outras propostas já consensadas para
– somente após – promover suspensões, se necessário, Também se comentou a
pertinência de limitar-se em percentual da receita as cirurgias eletivas.
Os
Mutuários inscritos passaram dirigiram-se ao microfone e puderam se expressar.
Esta, foi composta pelo Superintendente, o Presidente do Conselho
Administrativo Marcus Marcelo Passarelli, o Presidente do Conselho Fiscal Marco
Antonio de Oliveira, a Chefe do Departamento de Administração Lucidalva, o
Chefe do Departamento de Benefícios Julio Tonini, a Chefe do Departamento de
Finanças Heloiza, A Chefe do Departamento de Contabilidade Cecília e o Chefe do
Setor Odontológico Dr. Marcio, os quais fizeram observações sobre as
ponderações colocadas. Foram os seguintes temas comentados:
2
|
CARÊNCIA (6 MESES)
PARA USO DA A.M.H
|
Marivaldo
Rosa de Oliveira – Marinho
Fez
muitos comentários e recomendações acerca da defasagem salarial, não existência
de plano de cargos e salários entre outras, mas destaca-se a questão de que a
Superintendência retorne à condição de ser atribuída a partir de uma lista
tríplice oriunda do Conselho Administrativo.
-
O Superintendente observou que determinados assuntos deveriam ser tratados em
outro Fórum e pontuou que a questão afeta a nomeação do Superintendente deve
ser adequadamente tratado na criação do Instituto de Previdência (que abraçará
a Previdência e a Saúde) e concordou que
a autonomia é necessária.
3
|
COBRANÇA DE
CONTRIBUIÇÃO PARA DEPENDENTES - VALOR SUGERIDO POR CABEÇA (R$ 30,00)
|
Berenildo
Fez
observações também sobre a defasagem e seus reflexos na AMHO, citou a CAPEP de
Santos como exemplo e ainda lembrou que outros municípios fizeram novo Plano de
Cargos e Salários
-
O Superintendente afirmou que reconhecia a pertinência do exposto mas que o
Fórum para a discussão do assunto seria outro. Com relação à CAPEP informou que
lá há uma cobrança para dependentes e que para o cônjuge o custo é de R$ 70,00
se de idade inferior a 60 anos e de R$
100,00 se superior; além do que não há convênio com todos os mesmos hospitais
que temos e Odontologia não está incluída.
Henrique
Marcelo
Em
enfática ponderação falou sobre a possível cobrança para dependentes, chegando
a afirmar que “paga alto” pelo Plano e de novo houve referência à CAPEP.
-
O Superintendente lembrou o gráfico apresentado que demonstra que 62% dos
pagantes do Plano (são 6.000 pagantes e 7.000 dependentes) ganham até 5
salários mínimos e que dessa forma as contribuições não são altas perante os
serviços prestados. Pediu que levassem em conta também que dos 6.000 pagantes,
mais de 2.200 não possuem dependentes e que outros 2.000 somente tem 1. A socialização das
contribuições já é realizada na aplicação única da alíquota sobre os salários,
fazendo com que quem ganha mais, pague mais – independente se tem dependentes
ou não, e de forma compulsória.
Afirmou
– ainda que o Plano – a par de seu papel oficial – precisa ter sustentabilidade
e que é por essa razão que outros municípios cobram – sim – dos dependentes
(muitos deles com valores diferenciados por idade).
6
|
DOBRA DO VALOR DE
CONTRIBUIÇÃO PARA CARGOS COMISSIONADOS, ALCANÇANDO 6,56%; TB VALOR MAJORADO
PARA SEUS DEPENDENTES (R$ 60,00 PER CÁPTA)
|
Margareth
Manifestou-se
de acordo com todas as propostas e propôs que todos os demais Órgãos e
Autarquias do município fizessem reuniões periódicas à exemplo desta – de
preferência trimestralmente.
-
Não houve comentários da mesa.
7
|
CO-PARTICIPAÇÃO NA
PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS
|
Sérgio
– professor
Declarou:
Os Servidores pagam pouco porque ganham pouco! O problema está na defasagem dos
salários!
-
O Superintendente se manifestou como das formas anteriores em relação à
pertinência da discussão naquele Fórum e observou que a opcionalidade vai mudar
um pouco essa visão já que os que mais ganham poderão sair do sistema
resultando numa situação mais difícil ainda que a presente, portanto devemos pensar
numa solução mais próxima da realidade de outros planos.
Pedro
de Sá
Observou
que as pessoas têm direito de buscar uma segunda opinião e que muitas outras
tem doenças que exigem um número maior de consultas; perguntou por qual razão o
Superintendente não havia apresentado aos Servidores as propostas antes de
levá-las ao Executivo. Argumentou também que o ideal seria que a Caixa
disponibilizasse a cada servidor um extrato que mostrasse as contribuições e os
gastos, assim – de forma individualizada – cada um seria auditor trabalhando pelo
bem de todo sistema.
-
O Superintendente informou que as propostas não estão detalhadas em forma de
P.L. e, portanto, poderão e deverão sofrer adequações para atender
especificidades, sem prejuízo dos seus objetivos. Acerca do extrato afirmou que
este está à disposição de cada Servidor com acesso através do site oficial da
Caixa a partir de senha exclusiva fornecida de maneira pessoal, o que foi confirmado pelo Sr. Marcelo – Presidente do
Conselho e responsável pelo Setor de Informática da Caixa. O serviço já está à
disposição desde o início de 2011. Quanto ao fato de não ter apresentado as
propostas antes, declarou que não faria isso em razão da subalternalidade
vigente e principalmente em razão do fato de que entende que somente faria
sentido discuti-las a partir de um posicionamento favorável da Alta
Administração.
Flavio
Riechelman
Comentou
do número de consultas permitidas (12/ano para Mutuários sem dependentes e
30/ano para os demais) e que muitos têm que voltar ao médico para a efetivação
de algum procedimento, argüindo se isso não se revelaria demais custoso.
-
O Sr. Julio Tonini informou que cada consulta autorizada contempla um retorno
no prazo de 30 dias – sem necessidade de guia e que o Conselho Federal de
Medicina entende que 4,5 consultas/ano são suficientes para um Mutuário comum.
Os outros Planos tem limite menor e cobram grande percentual de participação.
NÃO HOUVE REGISTRO DE
MAIS INSCRITOS
Ao final foi aberta a
palavra a outros assuntos e Berenildo fez questionamentos sobre a UNIMED,
perguntando como ficará a dívida anterior desta para com a Caixa e se ela
voltará.
O Superintendente
discorreu sobre como se deu o descredenciamento da UNIMED (anteriormente à sua
posse) e que providências estão sendo tomadas para resolver as questões do
passado. Também informou que foram feitas tratativas com a diretoria da UNIMED
e que a mesma está disposta a voltar a prestar serviços à Caixaq. Existe um
abaixo-assinado com mais de 1.300 assinaturas pedindo o retorno, a Srª Prefeita
Municipal assim deseja e a Superintendência afirma que tão logo tenhamos
condição melhor de arrecadação, imediatamente teremos a UNIMED com todos
querem.
Ao
encerramento, às 22:30 H. O superintendente agradeceu a todos pela presença,
pela forma ordeira e cidadã como decorreu a reunião e solicitou um esforço
multiplicador para que permaneçamos unidos na continuidade do processo,
comprometendo-se a torna público tudo quanto ali se passou. Eu, Arq Adalberto
Ferreira da Silva, registrei esse evento.
Cubatão,
16 de Maio de 2012-05-18
Arqº Adalberto Ferreira
da Silva
Superintendente da
Caixa de Previdência dos Servidores Municipais de Cubatão
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